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Reunião da CPMI da JBS para ouvir o advogado Willer Tomaz de Souza será reservada

04 Outubro 2017 16:23:13

Agência Câmara

Os integrantes da CPMI da JBS decidiram ouvir em reunião reservada o depoimento do advogado Willer Tomaz de Souza, acusado de corromper o procurador da República Ângelo Goulart Villela a mando do empresário Joesley Batista, um dos controladores do grupo J&F.

O pedido de reunião reservada foi feito pelo próprio advogado, que alegou que os inquéritos que o envolvem correm em sigilo.

Souza advogou para empresa de celulose Eldorado, do grupo JBS, investigada pela Operação Greenfield, da Polícia Federal, que apura fraudes em aplicações de recursos de fundos de pensão. A Eldorado tem como sócios dois fundos de pensão investigados, o Petros (dos funcionários da Petrobras) e a Funcef (dos funcionários da Caixa Econômica Federal).

Delação
De acordo com Joesley Batista, em sua delação premiada, a aproximação entre Souza e Villela ocorreu durante as investigações, já que o procurador fazia parte da força tarefa do Ministério Público Federal encarregada operação Greenfield.

Segundo o empresário, o procurador recebia uma “ajuda de custo” de R$ 50 mil por mês, intermediada por Souza, para repassar informações, que incluíram também negociações relativas à delação premiada

Outro delator, o ex-diretor jurídico da J&F Francisco de Assis Silva, disse que Villela chegou a entregar ao grupo gravação de um depoimento sigiloso do Mário Celso Lopes, ex-sócio dos Batista na fábrica de celulose.

Souza e Villela chegaram a ser presos, acusados de corrupção ativa e passiva, mas respondem o processo em liberdade.

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